
No início dos anos 30, a vacina da poliomielite ainda não havia sido descoberta. A doença, que frequentemente matava ou provocava paralisia crescia assustadoramente em Santos, chamando a atenção do médico Samuel Augusto Leão de Moura, que com o apoio de um grupo de rotarianos, criou um grupo de assistência à criança pobre e aleijada. Nascia assim, informalmente, um serviço de apoio às vítimas da doença. Na primeira fase, o atendimento médico era realizado pela Sociedade de Beneficência Portuguesa, que colocou alguns leitos e instalações à disposição. Em maio de 1948, foi iniciada a construção de um hospital em terreno cedido, em regime de comodato, pela Legião Brasileira de Assistência. Este hospital funcionou sob os auspícios do Rotary Club de Santos até junho de 1957, quando uma assembléia, especialmente convocada, criou a Associação Casa da Esperança.
Com o passar dos anos, e após a descoberta da vacina antipólio, por Albert Sabin, não mais foram registrados casos de paralisia infantil em Santos. Mas, havia outros, e muitos, casos de deficiência de origem neurológica, afetando um grande número de crianças, que necessitavam tratamento especializado. Por esse motivo, toda a estrutura do hospital foi mudada, transformando-se em um ambulatório, que atualmente atende mais de 250 crianças.
269 | Crianças atendidas em Reabilitação |
210 | Atendimentos diários na fisioterapia de adultos |
38 | Terapeutas do corpo clínico |
14 | Profissionais administrativos |
7 | Profissionais da área ortopédica |
40 | Voluntários |
250 | Ligações diárias no Teledoações |